17
ago
09

Reciclagem ao extremo

Ontem (sábado) eu achei uma solução eficiente para minha falta de fotos em casa; depois de tanto tempo reclamando disso, eu simplesmente tive um PuFt! e meu cérebro funcionou!

O negócio é o seguinte, tenho várias latas de spray aqui em casa da minha época de grafiteiro e, como fazemos separação de resíduos (reciclagem – para quem estiver por fora) aqui em casa, sempre tem umas caixas por aqui – usadas no lugar de sacolas plásticas nas compras.

Eu juntei um pouco de inspiração e vontade de fazer meus anticorpos reagirem contra a gripe que vinha se alojando em mim, e resolvi botar a mão na massa.

Bom, chega de lero-lero, o resultado é esse aí:

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Ficou bom? Bem amador não é mesmo? Já tem uma foto d’um trabalho de Publicidade da Gummy no mural; só preciso de dinheiro pra imprimir outras fotos agora…rs.

15
ago
09

Saga Crepúsculo (c/ spoiler)

Os livros (eu mesmo tirei a foto)

Os livros (eu mesmo tirei a foto)

Venho usando muito a palavra paixonite aqui no blog pra definir as comparações que faço com o Crepúsculo (a saga) e, agora que terminei os quatro livros, vejo que não fiz errado, afinal.

Gostei muito da estória e não, não me arrependo de ter começado a leitura – apesar de ter dito isso uma centena de vezes – e agora fico pensando que uma continuaçãozinha até que iria bem, mas eu também pensei isso quando acabei o Harry Potter, então não acho que eu vá sentir tanta falta do romance daqui a algum tempo.

Como prometi spoiler, vou contar logo que no começo dos relatos no Amanhecer, ela já é transformada por causa da gravidez – é, o Edward destrói toda a casa na lua de mel, mas coloca uma sementinha na Bella com todo o carinho – a bosta toda gira em torno da descoberta dos Volturi, já que crianças são extremamente proibidas no mundo vampiresco.

Como efeito comparativo, gostei do Crepúsculo, gostei mais ou menos do Lua Nova, detestei o Eclipse, e gostei do Amanhecer; o último mistura mais as surpresas – mesmo a gente já sabendo o que vai acontecer no final, já que o último capítulo chama-se Felizes para Sempre (nunca vi isso) – porque às vezes dá raiva do Jacob, às vezes ele é um herói e o mesmo acontece com a maioria dos personas durante o livro.

Pra quem não leu, bem feito por ter lido o post todo, já contei tudo o que tem de interessante em toda a saga. A parte boa é que agora eu viciei no Paramore – coisa estranha não? – e a parte ruim é que voltei à minha leitura Cult e pretendo terminar de ler Gonzaguinha e Gonzagão, e o Chatô (que tenho há dois anos).

24
jul
09

Solidariedade ao Tico Santa Cruz

Lady Gaga
Supremacia pop

Não, não vou meter o bedelho. Simplesmente porque só estou ouvindo um lado dos fatos, mas mesmo assim esse tema vem me incomodando há algum tempo, então eu vou usar isso de gancho.

Alguém reparou no que aconteceu com o cenário musical nos últimos tempos? Não? Exatamente!

Minha namorada uma vez brigou comigo quando eu expus a realidade a ela: “é impossível isso, Leo. Não é assim que as coisas funcionam”, ela me disse, e eu não consegui convencê-la.

Pois bem, vou te explicar o mesmo que expliquei para a Angela.

Perguntei sobre o cenário musical de propósito, eu sabia que você iria procurar alguma coisa mas não ia achar nada no cérebro, e sabe por quê? Porque nada muda no ramo. Aliás, até muda e muda muito, o problema é que mudam os artistas, as músicas, os gêneros; mas as pessoas, o público, esse não, leitor (a), esse aí se mantém estático, sem vida, só esperando qual vai ser a nova bunda musical, o novo Timbaland ou algo mais bizarro – se é que existe.

O público de rádio costuma ser pouco volátil, mesmo achando sempre que está lutando contra a mídia. As rádios não tocam músicas originais, feitas com sentimento e com arranjos achados; o que toca na rádio, na grande e esmagadora maioria, é uma produção estudada e muito bem avaliada pelas produtoras e gravadoras que escolhem artistas a dedo em combinação com letras pegajosas e que possuem alto nível de vendagem.

Você já assistiu ao filme Be Cool – O outro nome do jogo? Pois deveria, ele conta um pouco do que acontece com a musicalidade atual, o fast-music. A própria Britney Spears que o diga, coitada, nem cantando com a grande e bondosa Madonna – outra que agora já é kitsch total – conseguiu voltar à sua forma real (não a física, que também estragou e muito). É só você se lembrar do que foi a Madonna nos anos 1980, a contracultura em pessoa; carne e mente focada em destruir o moralismo excessivo da época. Já ouviu alguma das músicas atuais dela? Enquanto escrevo me deu vontade de rir, juro.

Leitor (a), o que o Tico Santa Cruz escreveu no seu blog é só um dos muitos capítulos da vergonhosa situação vivida no meio musical, e eu nem vou comentar o televisivo porque a coisa fica pior ainda. Eu tiro o chapéu ao Tico que teve coragem de expor a situação e dar a cara à tapa, porque agora, é a Mix que vai ter de provar que tem algum valor público além do que prega na programação.

Gostaria de dizer que não sou hipócrita, eu também me deixo ser envenenado por boa parte desse lixo musical que toca na rádio; minhas únicas fugas ainda são os movimentos isolados e alguns raros momentos de Teatro Mágico e Trama Virtual. A grande manifestação calada que vem sendo feita pela rede é o que alimenta a vontade de alguns (que são vários, porém espalhados) que gostam de fazer o diferente: não colocar um All Star porque todos o fazem, mas porque ele NÃO combina com a sua roupa; não usar um piercing na boca, ou na sobrancelha, colocar um genital, ou na mão, sei lá; esse pessoal merece o protesto internético que está acontecendo agora. Eu, que não sou muito diferente, torço por esse público raro e é claro, torço pelo movimento mp3 Free.

20
jul
09

Resenha – A Era do Gelo 3

A Era do Gelo 3
Cartaz do filme – divulgação (web)

Sinceramente? Gostei sim.

A Era do Gelo 3 não é, de forma alguma, um filme ruim. Pelo contrário, é muito bom. O filme é cheio de ação e tem muitas cenas engraçadas, além de manter uma linha “família” bem agradável.

Antes de ir ao cinema estive receoso quanto a assistir esse filme porque ouvi uma crítica feroz sobre ele, até pensei em tentar recuar e assistir A Proposta, que muitas pessoas estão gostando, mas me mantive forte na missão e compramos os ingressos (me and my girlfriend).

Claro, não pude deixar de notar que ouvi bem menos risadas do que nos outros dois, isso é fato, mas também notei que – ao contrário do HP 6 – não ouve uma multidão unanimemente incomodada e tinha até a galerinha que sempre ri demais. Eu mesmo, que sou chato pra caramba, achei engraçado.

O que eu percebi é que o filme não tem mais o mesmo gás dos outros, ficou meio desgastado, acho que não dá pra prolongar mais o tema e o público sentiu isso. Nos trailers mesmo já deu pra perceber que alguns que estão por vir, como o UP, serão mais inovadores no aspecto “fazer rir”, mas isso não tira o mérito do Ace Age, que foi praticamente pioneiro em se tratar de um filme infantil que agrada os adultos.

Bom, não há muito que falar dele, mas como fui assistir eu resolvi escrever aqui. Aí vai uma rápida resenha (fazendo jus ao título):

Os mamutes vão ter um bebê e o bando começa a se dissipar, quando Sid acha ovos de dinossauro e resolve adotá-los. Claro que a mãe os acha e carrega o preguiça até um mundo cheio de outros grandalhões, forçando os amigos a se juntarem novamente para resgatá-lo.

No meio do caminho eles encontram um bicho doido e caolho que os ajuda na empreitada e faz com que a trama fique mais emocionante, e tem também a paixonite do Scrat (que é meio cansativa).

Basicamente é isso, se eu contar mais perde a graça, mas eu garanto que não é tanto dinheiro jogado fora. Dá pra sair feliz da sala.

18
jul
09

Pisando na cabeça do Diabo

É complicado leitor (a), mas tenho que comentar esse vídeo. Sei que isso já está sendo feito em vários blogs, inclusive no do Juca Kfouri, mas eu tenho uma posição diferente: eu DEFENDO a pastora Caroline Celico, mulher do Kaká. Pense leitor (a): no seu lugar, com todo aquele santo dinheiro – que foi agraciado do Senhor para o Real – você também enlouqueceria, se corromperia em Seu nome (vide bispa Sônia Hernandes).

Muitas pessoas questionam o meu agnosticismo dizendo que algumas coisas não se explicam e é justamente nessa hora que entra a Obra de Deus; minha vida toda é cercada por Ele, que me ajuda e me atrapalha (quando pelo meu bem), além de me guiar sempre nas horas de desespero. E agora que eu estava quase sendo convencido, penso que não preciso mais explicar minha opção, a pastora fala por mim. Não gosto de pesar a questão religiosa porque me sinto injustiçado ao ouvir certas afirmações, do tipo Deus ter colocado tanto dinheiro na mão do Real Madrid para dar emprego a um homem, enquanto outros milhões vivem abaixo da linha da pobreza.

Claro que a fundação da igreja em Madrid será a resposta à minha infame alegação, mas igreja não explica os posteriores feitos do clube com o dinheiro arrecadado através do jogador, que atrai patrocínio e bilheteria, além da grande ajuda quanto à ascensão futura do time. Mas e daí? Jesus A boa ação cobra seu preço, nem que seja o enriquecimento de uns poucos. E outra coisa: vivemos o capitalismo, então isso é completamente normal, um time ganhar do Senhor dispor de setenta e dois milhões de euros pela contratação de um jogador (1 Que, ou o que joga. 2 Que ou o que tem a paixão ou o vício do jogo.[Michaelis]) honesto, de família e evangélico.

Eu é que estou ferrado, já que vivo duvidando da existência divina. Imagine então os budistas, ateus, taoístas, corintianos e outros por aí que não são dotados de inteligência suficiente para entender o significado de onipotência e onisciência. Só nos resta rezar!

17
jul
09

Resenha – Harry Potter e o Enigma do Príncipe

Cartaz do filme
Cartaz do filme – divulgação (web)

Faz muito tempo que eu não escrevo uma resenha, mas decidi que esse filme merecia a minha volta ao gênero. Trata-se de uma das maiores decepções que já tive sobre um filme.

Não há na produção algo que tenha realmente agradado ao público no geral – tanto os fãs da saga cinematográfica, quanto os da literatura – Harry Potter 6 é um desastre.

Para quem curte somente os filmes e não se deu ao trabalho de ler os livros da série, com certeza está se perguntando até agora o que aconteceu com a mão de Alvo Dumbledore; sem contar que a maioria procurava ver o filme do bruxinho evoluído, com algo realmente revelador sobre a batalha mágica, mas no decorrer da trama, descobriram uma estória do tipo Crepúsculo, bem paixonite mesmo, só que mais bagunçada e infantil, coisas de Harry Potter.

Aos que leram – como eu – restou apenas suspirar, respirar fundo e pensar com toda compreensão do mundo “bem, os livros sempre são melhores”. O problema é a quantidade de informações importantes que foram retiradas (como a mão do Dumbledore), cenas emocionantes que foram simplesmente apagadas como se não fossem interessar ao público. É claro que mais uma vez o HP deu um show de efeitos especiais, mas com cinco antecessores eu creio que eles deveriam saber que só isso não basta, é só lembrarmos do Wachmen ou O Curioso Caso de Benjamin Button.

Não sei onde o David Yates estava com a cabeça, mas neste filme eu acho que ele errou feio e o pior é que ele pode muito bem ter a intenção de manter a linha, já que está dirigindo os dois últimos filmes também, que correspondem ao Harry Potter e as Relíquias da Morte e que é não tem como ser feito sem ação como o Enígma do Príncipe.

Só estou torcendo pela melhora e dando graças por já ter lido os livros, pois assim eu me decepciono menos quanto aos filmes.

17
jul
09

Futebolizando

Acabei de ser informado por um dos Twitters do São Paulo sobre a derrota do time para o Atlético-MG por 2×0 no Mineirão, o que deixa-o em 15º lugar no Campeonato Brasileiro (o qual é atual tricampeão).

Nada demais, toda semana, após a rodada, eu arrumo uma desculpa, tiro um sarro e digo que cansei de vencer, tomara que o Juvenal pense assim também. Fico imaginando o que acontece com os figurões dos grandes clubes de futebol no momento mais delicado, principalmente os do São Paulo, que adoram aparecer na mídia com piadinhas e ironias sobre qualquer coisa.

Coitados dos torcedores loucos que matam e morrem pelo clube, que choram nas vitórias e se descabelam nas derrotas. Eu, mesmo no período em que participava da torcida organizada não era assim, fui em jogos para xingar jogador e em festas para comemorar títulos; eu adorava aquele clima maloqueirista de estádio. Ainda bem que passou.

Agora eu vejo o quanto esse pessoal sofre inutilmente. Aquele comercial da Havaianas é que está certo! O mundo se acabando aí fora enquanto o idiota se desespera por causa de futebol; enquanto o Juvenal só se preocupa em desaparecer. E quando aparece, está com os dirigentes dos três clubes rivais (por tradição) para discutir a criação de um selo para os “grandes clubes” do Estado.

Tomara que dê certo, assim quando o time perder eu poderei usar a desculpa de que torcia pelo coletivo, pelo futebol. É uma beleza saber que daqui a algum tempo terei mais esse argumentinho para explicar o porque do meu time estar raspando a zona de rebaixamento, não vejo a hora!

16
jul
09

Veg in work

Como é fácil fazer com que as pessoas entendam o vegetarianismo. Hoje o pessoal do meu trabalho começou uma conversa sobre o assunto, nem me lembro ao certo como foi que surgiu (como na maioria das vezes), mas sei que no meio da prosa toda eu e o Allan – sem muito esforço – conseguimos esclarecer o porque de ser vegetariano. Foi simples, o Allan divulgou o Terráqueos (que mostra a realidade genocida por trás dos pratos de cozinha que todos adoram) e num par de segundos todos já haviam compreendido o motivo mais óbvio pelo qual eu não como animais: eles têm de morrer antes!

“Claro, eu já sabia disso.” Você vai dizer. Mas não sabe como; pode ser que tenha uma vaga ideia de que os animaizinhos são bem tratados e vivem com dignidade até serem gentilmente abatidos por um senhor pecuarista em sua fazenda no interior.

Sinto muito leitor (a), não é assim.

Não vou explicar todo o processo nojento e doloroso pelo qual eles passam; se tem coragem, assista! Você não vai (ou vai) se arrepender e pelo menos poderá discutir com argumentos quando conhecer algum vegetariano que tente te converter!

16
jul
09

O novo blog

Pessoal, estou mudando a hospedagem do meu blog pra cá. O BOL é muito devagar e bem chatinho, além disso, o WordPress tem inúmeras ferramentas legais e diferenciadas.

Com o tempo eu vou atualizando e modificando a aparência dele e vou tentar criar um template personalizado.

Bom, é isso aí. Espero que aproveitem e acompanhem!




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