The beautiful game… advertising

O Marcelo conseguiu um espaço no Cannes Lions Daily, a revista oficial do Festival Internacional de Criatividade, e me chamou pra assinar com ele. Claro que não recusei; com 23 anos, ainda estudante, publiquei um texto no veículo da maior premiação publicitária no mundo =).

O texto foi BEM picotado mas, ainda assim, valeu. Dá pra ler clicando aqui.

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Copa do Mundo estimula volta do outdoor em São Paulo

Editor Marcelo volta de Cannes e traz consigo uma pauta que eu não teria pensado. No fim ficou bem legal pelo gancho e por ser a 9ª na Exame (e essa foi pra capa principal).

 

Os brasileiros voltaram de Cannes com 17 Leões por trabalhos em outdoor. Apesar do desempenho mais tímido em relação ao ano passado (21 Leões, sendo 3 de ouro), o país chama atenção no festival por ir tão bem no setor mesmo sem o investimento em sua maior praça: São Paulo. O luta contra a Lei Cidade Limpa (14.223/06), que desde 2007 restringe a publicidade externa na cidade, e a batalha ganhou mais força com a escolha do Brasil para sediar a próxima Copa do Mundo.

“Existe uma pressão de anunciantes querendo que a mídia volte porque os patrocinadores querem divulgar as marcas na rua”, afirmou Luiz Valente, presidente da Central de Outdoor, em entrevista ao Adnews. “O Brasil inteiro terá as marcas na rua e São Paulo, não”, completa. De acordo com ele, a proposta é discutir, tanto com o setor quanto com a sociedade, a representatividade da cidade frente o mercado em geral.

Luiz Rodovalho, presidente do SEPEX-SP (Sindicato das Empresas de Publicidade Exterior do Estado de São Paulo), contou que há algum tempo se trabalha num projeto a ser apresentado à prefeitura pela volta da mídia exterior. “Nós estamos visando a Copa do Mundo, a prefeitura tem de fazer alguma abertura”, afirmou, acrescentando que não se pode esperar para a última hora para iniciar as discussões.

O tempo, entretanto, não está ao lado de quem defende a volta, que, segundo Valente, será difícil na gestão de Gilberto Kassab. “É algo que deve ser discutido no final de 2012, começo de 2013.” Para ele, São Paulo poderia adotar um sistema parecido com o de Curitiba (PR), que baniu a publicidade externa na zona central, concentrando o mercado na periferia.

“Qual a cidade no mundo em que não existe mídia exterior?”, questiona Rodovalho, “se a lei fosse boa, outras cidades do Brasil teriam aderido”. Para Valente, é incongruente ver uma das maiores metrópoles do mundo sem um dos principais formatos de anúncios do país.

Mas, segundo o próprio Rodovalho, o meio outdoor cresceu 12% mesmo com São Paulo de fora; então por que a insistência na volta à cidade? A resposta também vem em porcentagem: a cidade sozinha representava 60% da mídia no país, então há um amplo espaço a ser explorado. “Existe um mix de mídias e o outdoor é complementar”, diz Valente, “sem a mídia de São Paulo, muitos anunciantes passaram a ver outras praças, mas outros deixaram de anunciar”.

A boa participação do Brasil em Cannes seria um estímulo para a abertura das discussões, mas os dois concordam que não chega a ser fator determinante, só coloca o meio em evidência.

Por Leonardo Pereira

http://www.adnews.com.br/pt/publicidade/copa-do-mundo-estimula-volta-do-outdoor-em-sao-paulo.html

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RedeTV! teria prometido “Operação de Risco” aos anunciantes

Isso aqui surgiu do nada no meio de uma confusão judicial. Foi a primeira vez que escrevi algo sem poder citar o nome da fonte, mas o furo foi bem legal pra mim. Também foi pra Exame, a 8ª lá.

 

Mesmo impedida judicialmente de exibir o programa “Operação de Risco”, a RedeTV! teria divulgado ao mercado que ainda pode vender espaço publicitário na grade referente à atração. O canal perdeu o programa por conta de problemas com a produtora e dona do formato, Medialand.

Na última quarta-feira, 15, o juiz Danilo Mansano Barioni, da 9ª Vara Cível São Paulo, expediu Procedimento Ordinário que proíbe a RedeTV! de colocar no ar qualquer episódio do Operação de Risco, sob pena de multa de R$ 100 mil por exibição. Mas anunciantes ainda recebem propostas do canal, com a possibilidade de divulgar suas marcas durante a transmissão do programa, de acordo com uma fonte que preferiu não ser identificada.

A RedeTV! pode se valer do nome da atração para fazer os contatos, já que o “Operação de Risco” pertence à emissora. Por contrato, porém, o canal está impedido de usar este nome em outra atração com temática policial. O formato que era apresentado na RedeTV! é, na verdade, um licenciamento do programa “Operação Policial”, atualmente exibido pelo canal especializado em realies truTV, da Turner.

Adnews teve acesso à ação. Nela, o juiz Barioni afirma que os documentos apresentados pela Medialand comprovam o ganho de causa à produtora para rescisão dos contratos, “seja pelo inadimplento, seja pela deturpação, por inautorizada edição, dos episódios fornecidos”. Ficou acordado que a própria Medialand precisaria entregar uma cópia da decisão à RedeTV!, que se recusava a receber o documento até a tarde de ontem.

Enquanto isso, a produtora fechou acordo para exibir o programa na Record. Segundo o advogado da empresa, Sérgio D’Antino, as duas partes ainda discutem quanto ao posicionamento do formato na grade – ele “provavelmente” será exibido dentro do “Domingo Espetacular”. O canal de Edir Macedo poderá exibir a atração por dois anos, contanto que seja com outro nome.

A reportagem contatou a RedeTV!, mas a emissora não respondeu até o fechamento desta matéria.

Por Leonardo Pereira

http://www.adnews.com.br/pt/midia/redetv-teria-prometido-operacao-de-risco-aos-anunciantes.html

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Eduardo e Mônica 2.0 veio na hora certa, diz Africa

Minha sétima matéria na Exame (aqui). A gente perdeu o timing em soltar a notícia, então propus que fizéssemos uma entrevista com a agência para aprofundar a ação, dar algo novo à história. Deu muito certo e essa ficou sendo a matéria mais lida do Adnews (até agora foi lida por 6665 pessoas) [update: quando saiu das "mais lidas, tinha passado das 17 mil visualizações].

Em cerca de 10 horas, um vídeo postado no YouTube obteve repercussão gigantesca: foram mais de 5,6 mil notas positivas no site, lugar cativo no topo entre os assuntos mais comentados pelos brasileiros no Twitter e quarto lugar quando visto em escala global. As pessoas sequer se importaram de ver uma música hino transformada em ação publicitária; a homenagem pareceu válida.

A peça que movimentou a internet brasileira nesta quarta-feira, 8, foi ideia da Africa para colocar a Vivo na boca dos consumidores às vésperas do Dia dos Namorados. E só deu certo porque agência e cliente souberam aproveitar o momento, de acordo com o copresidente e diretor de Criação da agência, Sérgio Gordilho: “Foi aquela coisa que aconteceu no momento certo, com a música certa.”
Em entrevista ao Adnews, o criativo contou que o processo não chegou a ser complicado, apesar dos esforços para dar vida à criação de Renato Russo. “Foi difícil porque todo mundo imaginava seu próprio Eduardo, sua própria Mônica”, comentou, sem deixar de lado o peso de se mexer com uma obra de porte: “Quando a gente foi investigar a música, percebeu que tinha tudo a ver com o tema. Todo mundo de 30 e 40 anos se apaixonou ouvindo isso. As meninas foram procurar seus Eduardos e os meninos, sua Mônicas.”
Ontem, quando anunciou a campanha, a diretora de Marketing da Vivo, Cris Dulclos, disse que isso “nunca tinha sido filmado antes, a versão do Eduardo e Monica que a gente chama de 2.0, deles conectados. Deles na vida atual”. “Também tinha muito a ver com a nossa estratégia de produtos e serviços. Casou muito. A gente até dividiu a música em várias fases e cada fase, se você for relembrar, eles conversavam muito, ou o filhinho está de recuperação e tem os nossos produtos de educação mobile. Então, casou cada parte da música com uma estratégia de serviço da Vivo.”
A ação foi pensada há cerca de quatro meses, aprovada pelo cliente de imediato e engavetada, afinal, era preciso esperar uma data em que a criação fosse relevante. A Africa acabou aproveitando a onda deixada pela Banda Mais Bonita da Cidade, que também conseguiu viralizar um vídeo “fofo” em poucas horas. Nesse sentido, para que a campanha fosse mais bem aceita, a escolha dos personagens foi uma etapa criteriosa. “Ele é banqueiro, estudante, enquanto a ‘Mônica’ mexe com teatro, tem outro perfil”, explicou Gordilho.
Já existem outras montagens com a música tocada pelo Legião Urbana, como a versão criada pelopeixeaquatico há um ano, o diferencial aqui fica por conta do mote publicitário. “Não fomos os primeiros e não seremos os últimos a homenagear os namorados com essa música”, admitiu o diretor, “mas da forma que foi feita é novo”. Com a afirmação, Gordilho levanta a questão do alto – porém não revelado – investimento dispendido, por se tratar de uma campanha online – segundo Cris, a mais cara já feita no Brasil.
Gordilho disse não poder afirmar que sabia do sucesso antes de soltar o vídeo, mas já havia certa previsão, uma vez que o filme foi mostrado em primeira mão a blogueiros, à família de Renato Russo, fã-clubes e à própria banda. Todos, segundo ele, adoraram, e isso a agência conseguiu graças à expertise conquistada com ações como a da Seara com jogadores Ganso, Neymar e Robinho.
“Começar a produzir materiais para redes sociais é muito bom. E trabalhamos com uma marca que realmente acredita nas redes, pois não é a primeira vez que faz algo desse tipo”, afirmou. “Você tem de ter um posicionamento claro. A Vivo tem, a função dela não é só vender planos.” O criativo disse que o trabalho foi bom porque “incentiva as outras agências, as outras marcas a fazerem coisas desse tipo”.
Por Leonardo Pereira, com colaboração de Ana Carolina Lima
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Alunos criam aluguel de imóveis via Google

Essa matéria foi foda. Consegui o contato dos dois pelo Twitter e os entrevistei em tempo real pelo Gmail; apuração monstruosa. Aliás, o projeto é muito bom, tomara que dê certo.

 

Dois estudantes brasileiros tiveram uma ideia de produto para o Google que promete revolucionar o mercado imobiliário. Batizado de “Google Rent”, o serviço usa as funcionalidades do Street View para divulgação de locais para alugar ou comprar.

Alunos do sétimo semestre da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), Gabriel Kolisch, de 21 anos, e Isabella P. Pipitone, de 22, idealizaram toda a mecânica de funcionamento e o layout do “Rent” há poucos meses, depois executaram o vídeo, roteiro etc. em apenas duas semanas.

O serviço funciona assim: se uma pessoa quer colocar o apartamento X para aluguel, ela linka a oferta com auxílio do Google Maps; quando algum interessado naquela região fizer uma busca pelo “Rent”, vai receber justamente o X como resultado.

As buscas podem ainda ser feitas de acordo com as características desejadas pelo futuro inquilino, e o sistema também vale para compra e venda. “Pensamos e fomos aprimorando a ideia de acordo com a dificuldade que as pessoas encontram sozinhas e as necessidades que acreditávamos que não eram atendidas ainda, tanto por corretores como construtoras e o mercado imobiliário”, afirmou Kolisch, em entrevista ao Adnews.

O “Rent” propõe que os interessados em alugar/comprar possam ter mais informações sobre os lugares-alvo ao mesmo tempo em que dá mais visibilidade para as ofertas, com a possibilidade de se publicar fotos e detalhes sobre elas. “Já existem vários sites de aluguel, compra e venda, mas sempre que você procura em algum deles, acaba entrando no Google Maps para descobrir como é a vizinhança, o que você acha da rua, do bairro, a cara do prédio, da fachada, tudo. Afinal é a sua casa, tem que ser perfeita”, explicou o estudante.

De acordo com Isabella, apesar de os dois estudarem juntos, o produto não surgiu por causa da faculdade. “A ideia surgiu sozinha mesmo, mas aproveitamos o insight para inscrever em um concurso, o Future Lions, já que estava com a data de inscrição muito próxima”.

Depois da repercussão, os dois foram instruídos pelos professores a falar direto com o Google, mas ainda não obtiveram resposta. “Foi uma ideia de estudantes e não imaginávamos qualquer repercussão”, disse Kolisch. Empresas brasileiras se interessaram pela ideia, mas também não há nada fechado.

Mercado antenado

Não demorou para a que a ideia atraísse olhares atentos do mercado. O “Rent” surge como oportunidade para construtoras e imobiliárias que buscam a interatividade como arma para fisgar consumidores. “Hoje em dia nâo basta mais o consumidor saber apenas o nome da rua. Ele quer relevância de geolozalização e fazer o passeio virtual para conhecer o entorno”, resume Eduardo Alves, gerente de projetos da Gafisa.

Defensor da tecnologia, Alves diz que o serviço é um chamariz para negócios, mas ressalta a importância do encontro presencial. Para ele, por mais que a internet facilite o processo, pelo menos a médio prazo, o digital não compromete o ponto de venda. “Estamos falando de imóvel, e é muito importante que o consumidor vá ao local pra conferir o que viu na internet”, afirma.

Eduardo Alves é um dos coordenadores de um projeto audacioso capitaneado pela Gafisa. Juntamente com a agência Giovanni DraftFCB, a construtora anunciou que a partir de junho dá início à construção de um prédio colaborativo, em parceria com os consumidores. O público vai interferir em todo o processo, via Facebook, desde a escolha do nome até o formato que a piscina terá.

Por Leonardo Pereira e Marcelo Gripa

http://www.adnews.com.br/publicidade/115650.html

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“Tchecas” do Brasil viram assunto de plágio

Eu nem sabia, mas essa minha parceria com o Marcelo foi a sexta matéria na Exame a levar meu nome =) (aqui)
A campanha que colocou a cerveja Proibida na mídia gerou polêmica pra todos os lados. Não bastasse ter enganado o Pânico na TV, sites, e os bastidores publicitários, a discussão em torno da ação chegou até o ponto de saber quem, afinal, idealizou a estratégia.
Assim que a verdade sobre a origem das “tchecas” (que nem tchecas eram) veio à tona, Jader Rosseto foi apresentado como criador da ideia, e, inclusive, cedeu uma entrevista ao Adnews para falar sobre o assunto. No entanto, o sócio e diretor de criação da recifense CASA Comunicação, Ricardo Rique, contestou o então profissional da We, dizendo ser sua a autoria.
Em anúncio publicado no JC, Rique afirmou que sua agência atendia a CBBP (Companhia Brasileira de Bebidas Premium) – fabricante da Proibida – entre 2008 e 2009, quando sugeriu uma campanha semelhante ao cliente. “A campanha apresentada aos diretores da CBBP mostrava três beldades holandesas interessadas em conhecer o Brasil, as festas, as pessoas e as cervejas do nosso país.” Na época, a cerveja ainda tinha o nome de ”Asten”, uma cidade da Holanda.
Mas Rosseto não gostou nem um pouco da iniciativa do colega. Protegido pelo cliente, criticou categoricamente Ricardo Rique e disse que a discussão já ganhou mais repercussão do que deveria. “Acabou a conversa, não falo mais sobre o assunto. É muita mídia para um malandro só. O mundo das ideias é feito por quem executa”, disparou. Além disso, avisou que Rique terá de responder judicialmente sobre o assunto, já que a ficha técnica da campanha dá a ele, Jader, o devido crédito criativo.
Em conversa com o Adnews, o penambucano esclareceu que a “intenção não era levantar polêmica”. “Nós resolvemos colocar no ar simplesmente os fatos que temos”, garantiu o profissional. Ele diz não ter recebido nenhuma notificação e que não chegou a conversar com Rossetto sobre o caso.
Por meio de nota, a Companhia Brasileira de Bebidas Premium – CBBP confirmou a primeira versão da história. Diz que “os únicos e verdadeiros responsáveis pela criação da referida campanha são os profissionais que integram a presente ficha técnica:
Direção de criação: Jader Rossetto.
Criação:  Jader Rossetto, Mário Lins e Thiago Elias.
Planejamento:  João Noronha, Lucas Afonso, Eris Oliveira, Thiago Elias e Mário Lins.
Social Media: Paula Sampaio e Exclusiva BR.
Aprovado por: João Noronha e Lucas Afonso.
Produção Londres: Neath Films e MarluccoVisão.
Produção Brasil: Duo2
A CBBP desautoriza quaisquer outros profissionais a reivindicar a autoria da referida ação.”
Enquete
A estratégia do lançamento da cerveja Proibida gerou mais barulho do que isso. Assim que revelada no último episódio do reality show do Pânico na TV, céticos questionavam se tudo não passava de um acordo entre o cliente para “vender” a ação como uma história.
Por isso foi lançada a enquete “Você acha que o Pânico na TV sabia da Proibida desde o início?” Para 64% dos leitores do Adnews, o programa tinha ciência que tudo não se passava de uma estratégia de mídia. Já o restante acredita na versão oficial.

Por Leonardo Pereira e Marcelo Gripa

http://www.adnews.com.br/publicidade/115502.html

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Microsoft pode comprar a Nokia este ano

Não satisfeita em comprar um dos serviços mais famosos no segmento de comunicação via VoIP, a Microsoft quer agora a maior no mercado de aparelhos móveis.

Há rumores de que a gigante de tecnologia estaria próxima de um acordo com a Nokia e que o negócio – mais de US$ 30 bilhões – seria fechado ainda este ano. A Microsoft iria incorporar a divisão móvel da Nokia, que deixaria, então, de produzir smartphones.

A informação foi divulgada pelo blogueiro russo Eldar Murtazin através do Twitter. Especializado em tecnologia, Murtazin tem fontes dentro da companhia finlandesa e foi quem adiantou que as duas empresas estavam próximas quando a Nokia decidiu colocar o Windows Phone 7 em seus smartphones.

O russo também levantou rumores acerca da morte da Ovi. Pouco tempo depois, a Nokia acabou mesmoanunciando que descontinuaria a marca, mudando os “Ovi Services” para “Nokia Services”.

Compras e mais compras

No último dia 10, a Microsoft oficializou a compra da Skype por US$ 8,5 bilhões, a maior quantia já paga pela companhia em uma negociação. Isso, mais o fato de já haver uma parceria com a Nokia no valor de US$ 1 bilhão, já é motivo de desconfiança quanto à afirmação do blogueiro.

Mas, no ano passado, a Microsoft fez uma tentativa frustrada de adquirir a Yahoo!, tendo colocado US$ 40 bilhões na mesa. Ou seja, o dinheiro necessário para a operação está disponível, basta aplicá-lo.

O site Soft Sailor destaca que a situação, apesar de levantar desconfiança, já era esperada por alguns analistas desde quando Stephen Elop assumiu o cargo de CEO na Nokia, já que ele trabalhou antes na Microsoft.

Por Leonardo Pereira

http://www.adnews.com.br/midia/115302.html

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Nissan avisa: vai parar de bater na concorrência

O quinto texto meu publicado na Exame =) (aqui)

 

Foram seis filmes que balançaram o mercado automotivo. Por seis vezes, a Nissan colocou no ar – quase sempre tendo que tirar em seguida – uma peça que atacava o ponto crítico da propaganda brasileira: comparação direta entre marcas. Mas as coisas estão mudando.

A montadora japonesa queria crescimento rápido e expressivo ao mesmo tempo e para isso escalou sua agência, a Lew’LaraTBWA, que viu a estratégia ousada como artifício necessário para atingir os objetivos. E conseguiu, de acordo com o vice-presidente de Operações, Márcio Oliveira.

Em entrevista exclusiva ao Adnews, o VP contou que a marca cresceu 56% desde o início da campanha, então chegou a hora de tirar o pé. “Eu não vou mais bater em concorrente”, disse, “vou chamar a atenção do consumidor para algo que talvez ele não tenha percebido”. Oliveira faz referência ao último filme, que passa a investir diretamente nos atributos da marca.

Para chegar a este ponto, a Nissan enfrentou seguidas representações no Conselho de Autorregulamentação Publicitária (Conar) e até mesmo uma ação criminal. “A questão é que quando a gente faz esse tipo de campanha, somos avaliados, e é uma avaliação subjetiva, uma avaliação de tom”, explicou o VP. “Então, para poder chamar atenção, eu tenho que ser ousado, mas se eu for ousado demais, o Conar – ou qualquer outro órgão – pode entender que eu passei do ponto.”

Na opinião da Nissan, não houve qualquer tipo de censura por parte da entidade fiscalizadora, que teve, de acordo com Oliveira, um comportamento “absolutamente justo”. “O Conar é uma entidade formada por profissionais de clientes, de veículo, de agência; e a gente mesmo faz parte. Ela é boa para o mercado”, concluiu.

“A comparação não deixa de ser essencial”, comentou o VP, “antes você tinha quatro marcas para comprar e não precisava comparar na hora de adquirir um hatch. Agora existem 35 marcas”. “É minha função como agência, como comunicador e como marketing da Nissan ajudar as pessoas a fazer essa comparação, a ter uma escolha mais clara, mais certa. Então não estamos largando a questão da comparação, mas sim mudando o foco para uma comparação sobre o que o consumidor tem à disposição dele.”

Da casa à rua

O trabalho que resultou nas campanhas provocativas começou dentro de casa, com uma mudança de postura da própria marca. “Nós pesquisamos e descobrimos, por exemplo, que seis especialistas do mercado tinham eleito o Livina como a melhor compra. E o curioso disso é que todo mundo, portanto, acreditava, os especialistas acreditavam, mas dentro da Nissan, não.” Então, explica Oliveira, teve de ser feito um trabalho interno para mostrar os resultados aos funcionários.

A primeira etapa da campanha que envolveu diretamente o consumidor aconteceu nas concessionárias, e lá já houve comparação entre várias marcas. “A gente resolveu fazer um test drive colocando à disposição os carros da concorrência, para que o consumidor pudesse testar não só o Livina, mas os outros também, e assim comprovar que as revistas especializadas estavam certas.”

“O trabalho começou lá atrás, dentro de casa, mexendo com o orgulho próprio dos empregados e dos concessionários, e depois foi para a comunicação. E aí a gente foi pra uma estratégia que era, sim, agressiva, ousada, com relação a comparação”, comenta.

Agora que chamou atenção do mercado, a montadora resolveu reposicionar a estratégia, mas promete não perder a ousadia. “Mudando o foco de não comparar com o concorrente a gente pode também estabelecer uma outra estratégia, que é prestar serviço. E é isso que vamos fazer.”

Por Leonardo Pereira

http://www.adnews.com.br/midia/114888.html

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Conheça a primeira rede social para intercâmbio

Nesse dia descobri que é possível tirar matéria de qualquer lugar, até de um e-mail marketing.

 

A partir desta terça-feira, 26, estudantes interessados em viajar para o exterior ganham uma ajuda: sua própria rede social. Primeira no mundo voltada totalmente à educação, a EDUFINDME foi desenvolvida pelo site brasileiroEstudeNoExterior.com, que há 14 anos trabalha no mercado de intercâmbio.

Na fase de lançamento, apenas estudantes são convidados a fazer parte do site, com a criação gratuita de perfis. Daqui a duas semanas, será a vez das instituições investirem nas contas.

A expectativa dos desenvolvedores é que em 18 meses o EDUFINDME tenha “centenas” de bolsas de estudos, parciais e integrais, além de outros “milhares” de programas no Brasil e no mundo.

Toda a equipe internacional da rede social é formada por profissionais intercambiários e que trabalham em áreas relacionadas à educação internacional. “Conhecemos em primeira mão as difíceis decisões que os estudantes enfrentam ao escolher um programa de estudos no exterior, assim como as frustrações que as instituições enfrentam ao tentar se internacionalizar com um orçamento limitado”, afirma o site.

O estudante interessado pode criar uma conta ou usar o Facebook Connect para acessar o EDUFINDME. Por isso, a empresa oferece às instituições um mercado com ”mais de 500.000 estudantes potenciais”.

Por Leonardo Pereira

http://www.adnews.com.br/internet/114677.html

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Rádio plagia 89!, Metropolitana e Mix

Essa matéria foi legal pela denúncia. No dia seguinte o site da rádio tinha saído do ar. Achei os entrevistados graças à ajuda de uma amiga… pelo Twitter.

 

Imagine pesquisar seu nome no Google e descobrir que uma empresa estrangeira te adotou como funcionário sem que você sequer conheça a organização. Foi o que aconteceu com Stefanie Souza, locutora da Rádio Disney, na última terça-feira (22).

Stefanie e dois conhecidos, que atuaram juntos na rádio Metropolitana, foram surpreendidos ao descobrir o site da rádio japonesa 89! FM Hitz, que colocou seus nomes e fotos na área destinada à própria equipe. “Isso é uso indevido da imagem”, afirma Wagner Torres, um dos atingidos e que atualmente trabalha para a Jovem Pan.

A grade da rádio conta com três produções da Metropolitana: “120 Minutos”, “Sem Parar” e “Cafeína”, sendo que, quando o internauta clica sobre o logo da última, é direcionado ao site da emissora paulista. Também há um programa “adaptado” da Mix, o “Báu da 89!” (a outra tem o “Baú da Mix”). Além disso, o logo da japonesa se assemelha bastante ao da Rádio Fast 89 FM.

“A gente nem ganha com isso e ainda pode ter problema”, comentou Torres, “imagine se a Jovem Pan descobre, por exemplo, que estou como ‘funcionário’ de outra emissora”. Tanto ele quanto Stefanie falaram sobre uma eventual ação judicial, caso a página não seja retirada do ar.

Samy Nayef, o terceiro locutor, atualmente trabalha na direção artística da rádio Blink 102, de Campo Grande. Nayef disse que pretende se reunir com os ex-colegas para tentar um contato com a japonesa para pelo menos tirar os nomes do site. Caso não haja retorno, também acionará a Justiça.

A 89! FM Hitz diz que “nasceu com o diferencial de outras emissoras no Japão” e conta com patrocínio de Verizon, Brastel, Bompreço, Sanna’s e Pizzaria Porto Alba. A rádio também possui uma loja online, que vende roupas, acessórios e peças de informática e eletrônicos.

A reportagem procurou a 89! FM Hitz, mas não obteve contatos disponíveis.

Por Leonardo Pereira

http://www.adnews.com.br/midia/113805.html

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